A partir do surgimento e evolução contínuo das midias sociais, as empresas se sentiram na obrigação de evoluir junto com elas.
O e-mail marketing é uma das estratégias mais rentáveis à disposição dos empreendedores, mas cada vez mais eles estão interessados nas formas inovadoras de apresentar o produto/empresa para o seu cliente. Será o fim do e-mail marketing?
Ao contrário do que muitos pensam, o YouTube não acabou com a TV, o Twitter não acabou com os blogs e tão pouco as mídias sociais acabarão com os e-mails.
De certa forma, teve uma restrição nos e-mails. Eles ficaram para trás das midias sociais. Segundo estudos, o tempo gasto com e-mail diminuiu em 28%, colocando-o em terceiro lugar, enquanto a rede social na liderança subiu para 43%.
De acordo ainda com um estudo da Econsultancy, com 1.400 consumidores americanos, 42% dos entrevistados preferem receber anúncios de vendas e promoções via e-mail. Em comparação, apenas 3% disseram o mesmo para sites de redes sociais e 1% que preferiram o Twitter.
Para mim, a forma mais eficaz para se fazer é utilizar de todos os canais, para não deixar "buracos" na comunicação dos produtos/serviços das empresas para os clientes, firmando assim um vinculo mais profundo entre os mesmos, de forma eficaz podendo aumentar o retorno do investimento.

Meninas como sou amante assumida de e-mail acredito que esse não é o fim dele não!
ResponderExcluirEu mesmo recebo vários e envio sempre, quem está na minha lista de e-mail pode comprovar isso!! rsrs
Bjim
Obs: Parabéns pelo blog!!
Olá pessoal, esse "arsenal" de mídias digitais que temos não vai substituir nada, está deixando mais opções no mercado para entrar no planejamento. Logo acredito que email mkt ficou com um rumo muito diferente das midias sociais, justamente porque as mídias sociais deixam a informação mais de massa enquanto o email agora ficou muito mais segmento, o que vale mesmo é planejar, bela postagem, a discussão está aberta: http://comunicologospromove.blogspot.com/
ResponderExcluirConcordo com o Felype. Acredito que o objetivo da tecnologia é mesmo ampliar as opções para que nós possamos usufruí-la da melhor forma.
ResponderExcluirO importante mesmo é saber se posicionar de forma correta e responsável, no caso das empresas, vale ressaltar que a preocupação deve ser ainda maior pois, como dizem: caiu na rede já era...
Oi Angélica.
ResponderExcluirGostei da postagem e do blog. O email marketing é a utilização do email como ferramenta de marketing direto, e isto não vai acabar.
O email enquanto correio eletrônico, isto é, ferramenta para compor, enviar e receber mensagens igualmente não vai acabar.
Mas o email é um instrumento que invariavelmente vai ser obrigado a se reinventar. A TV não acabou por causa do YouTube, mas ela mudou. Os blogs não acabaram por causa das redes sociais, mas necessitaram de mudanças.
Já o Webmail (Hotmail, Gmail e afins), é uma mídia social. E vive os avanços e problemáticas comuns a esse tipo de mídia. Mas é um serviço dinâmico. Que amadurece. Por isso hoje é dicífil crer no seu fim. Pelo menos por enquanto...
Abraços!
Acho pouco provável que o e-mail tenha fim, além de ser uma ferramenta amigável internamente dentro da empresa, hoje em dia, dependendo de algumas auditorias o e-mail é valido como um documento pré-auditado.
ResponderExcluirRicardo Araújo
Vou comentar via e-mail...
ResponderExcluirrsrsrs
Acho que tem espaço para todos, pois são propostas diferentes. A essência do e-mail é particular demais para ser abandonada. Já as redes sociais são mecanismos de relacionamento, exposição de ideias, trocas de conhecimentos.
Todas as ferramentas têm seu espaço garantido. há lacunas que ainda vão ser preenchidas por novas formas de comunicação virtual...
Alguém aí aposta como será o envio de e-mails em 2020?
Ótimo tema!!!
Cheers
Oh Rosaura, obrigada pelos comentários. As críticas nos motivam a escrever mais e cada vez melhor.
ResponderExcluirNossa intenção é postar matérias polêmicas e que deem boas discussões na turma e quem sabe se estender para toda a web.
E lá vamos nós nesta jornada.
As mudanças fazem parte do cotidiano. Considerando o "espaço virtual" então, não se consegue nem imaginar o que virá pela frente. Penso que levantar questões como a que a Angélica trouxe é a forma de rever posicionamentos e reinventar para acompanhar o contemporâneo e ser acompanhado pelo contemporâneo.
ResponderExcluirAbraços
Alexandre